A minha filha veio toda contente me entregar um envelope. Já estava esperando porque quem mandou fez questão de avisar que estava me mandando este presente pelo correio. Quem é carioca, gosta do Leblon e de comida saudável certamente conhece e gosta do restaurante Celeiro. E agora eu ganhei o livro de presente da minha amiga de longuíssima data: uma daquelas do reencontro depois de mais de vinte anos. Fomos amigas da segunda série até a sétima. Ela era a caçulinha da turma e sempre agitadinha, filha da melhor professora que já tive. Tanto é que hoje além dos dotes culinários que ela divide em seu blog, ela é uma grande corredora. Assim que ela soube que tinha o sonho de ter esse livro, ela tratou de realizá-lo. Ela que me aguarde... Valeu amiga!!!!!!!!!!!!!!!!!! Já estou lendo e está sendo ótimo para relaxar. Afinal, uma grande mudança está para se realizar e ler é sempre bom para desestressar.
Obrigada também pelas mensagens de felicitações no último post. Nunca me senti tão realizada profissionalmente como aqui em Québec. Tenho o emprego dos meus sonhos, uma chefe maravilhosa, um diretor maravilhoso. O Evaldo também já trabalhava no seu domínio. Conseguimos tudo o que imaginávamos aqui em Québec, por isso mesmo esse lugar tão encantador ficará sempre nos nossos corações. Sair do Brasil foi o passo mais difícil, depois disso mudar fica mais fácil. Num próximo post, contarei nossas motivações, que estão muito além de Québec x Canadá. Falando nisso, gostaria de entrar em contato com a Letícia que deixou um comentário legal no meu último post. Letícia, qual é o seu e-mail?



Depois que começamos a contar os anos de convivência acabamos nos perdendo. O fato é que desde que nos encontramos em 1986 não nos desgrudamos mais. De cara viramos amigos que estavam sempre juntos. Muitos juravam que era namoro. Mas não era mesmo. Como nós dois vivíamos uma situação parecida, com namorados em outros estados, acabávamos sendo só amigos. Dois anos depois, em 1988, a amizade virou namoro. Nem parecia uma grande novidade, afinal já achavam que era isso mesmo. Só a gente sabe que não era. Depois de 5 anos de namoro, em 1993, achamos que não dava mais para dizer tchau e cada um ir pra sua casa, simplesmente não dava mais. E sentimos que era o momento de casar. Curtimos, por 8 anos, a vida exclusivamente a dois antes de decidir ter filhos. Numa jornada dessas é impossível não ter turbulências, não ter dificuldades, não desanimar, não ficar triste. Sinto uma enorme alegria de estarmos juntos, de sermos ainda tão apaixonados, tão amigos, de depender tanto um do outro, de termos construído uma família juntos. Uma coisa que a gente nunca para é de fazer planos, muitos planos. Concretizamos alguns, muitos outros ainda estão por vir.














